sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O que eu aprendi com Star Trek?

E aí pessoas! Tudo beeem?

Hoje eu resolvi falar sobre uma série que eu nunca imaginei que veria: Star Trek. Confesso que antes de conhecê-la, eu achava que Star Wars e Star Trek eram a mesma coisa, pra início de conversar #mico (perdão fãs de ambas), mas isso foi porque eu nunca havia me interessado em assistir a nenhuma. Achava que se tratava de uma série bobinha, vazia e sem atrativo algum... (eita que o pré-julgamento é feio mesmo, né! #vergonha). Logo eu, a defensora do “vamos conhecer primeiro para, depois, tirar conclusões”. Enfim, como ser humano que sou, julguei e tomei na cara! (tóin!)
Eis que surgiu o grande dia em que meu namorado me convenceu a assistir (estamos falando aqui de Star Trek: a nova geração), me dizendo que era legal e talz, que tinham várias reflexões bacanas e passava uma ideia boa para a galera que assistia. Eu pensei: será? Tá, vamos ver qualé-qui-é. Vai que... né? Então tá! Vamos lá. Edredon, pipoca, Netflix. Ok. Tá, é possível suportar assistir com todos os adicionais que terão (comida, conforto, mozão). Aperta o play, amor!
Começou. Daí fui assistindo um capítulo, dois, cinco. Toda a 1ª temporada. Bora pra 2ª! E 3ª, 4ª... Caramba, já estamos na 7ª temporada. É A ÚLTIMA, VOU CHORAR!!! #desespero. E a sensação é de tristeza mesmo, porque, amiguinhxs, a série é FE-NO-ME-NAL (ok. Pode ser um sentimento meio hiperbolizado de fã. Mas é!). Ela tem muita aventura, ficção (me pergunto, até onde tudo aquilo é ficção???), novos mundos, raças, sabedoria... Enfim! Tomei bem no meio da cara (plaft!) com o julgamento desnecessário e irresponsável ao opinar sobre algo que eu nem conhecia (que ingenuidade e petulância a minha! Aprendizados...).
O que mais me fascinou no Star Trek foi tamanha tecnologia empregada na série. E, também, a vanguarda dos autores. Pra ser beeeem sincera, eu acredito que eles tiveram informações privilegiadas sobre alguns mecanismos de tecnologia vindos de inteligências mais avançadas (sim, eu acredito em extraterrestres, velocidade de dobra, tele transporte e todos esses conceitos futuristas que ainda não tivemos – nós, reles mortais, né? – acesso, mas que existem já! Ah, disso eu não tenho dúvidas! #serião) que foram compartilhadas (por livre espontânea vontade, ou não!) com alguns poucos privilegiados no mundo da ciência ou sei lá de onde (NASA da vida e esses outros caras, sacam?).
Além desse fascínio, o meu encantamento se deu pela ideia de ter uma Federação de Planetas Unidos, responsável por explorar o Universo e manter a paz entre os infindáveis mundos descobertos. E a vida, as diferenças, as diversas culturas são exaltadas com muito respeito e sabedoria. Vemos na série bandeiras levantadas pela igualdade entre os gêneros, raças, povos. E sobre a Primeira Diretriz??? Que defende toda e qualquer forma de vida e a não interferência em outras culturas e civilizações, que ainda não se encontram prontas para saber da existência de toda essa tecnologia e realidade já descobertas. (tipo a Terra, né mores)
Nesse futuro apresentado na Star Trek, não é mais o dinheiro que determina a vida das pessoas, mas a igualdade, a coletividade, a preservação do meio ambiente, a busca por novas tecnologias que agreguem, unem e melhoram o bem estar de TODXS. Claro que, em alguns momentos coisas ruins ocorrem, mas isso é necessário para que visualizemos o quanto o lado ruim dos seres é ruim mesmo! E o que dizer do sintetizador que pode fazer toda a sua comida, bebidas e qualquer outra coisa que tenha um modelo inserido na memória dos paranauê da Enterprise??? (jááá procurei no Mercado Livre e não-tem! #choray)
Tá, mas vou parando por aqui, porque se não já viram, né? Vou até a data estelar quatro, sete, nove, oito, oito ponto 1 (47988.1), de tanto que é bom falar desse trem, tchê! Maaaaas, o que eu aprendi, afinal, com a série? Tantas coisas... Mas, primeiramente, que não devemos adiantar opiniões sem antes conhecer a coisa toda (droga, eu achava que já tinha aprendido isso =/), segundamente, reforcei a minha ideia de que somos um grão de areia na imensidão do Universo e seria muita arrogância de nossa parte acreditar que somos únicos e o centro dele! Em terceiro lugar, mas não menos importante, que precisamos evoluir muito até chegar ao patamar de vivermos em prol do coletivo, trabalhando pelo bem comum da humanidade e do planeta... Porém, eu não perco minhas esperanças... Ao contrário! A caminhada é longa, mas a série só me fez acreditar, ainda mais, que um futuro muito mais próspero, harmonioso e do bem chegará para todos nós! #vaiplaneta
Ainda não sei como conseguirei ficar sem o frisson de começar a assistir cada novo capítulo... #vidaqueseguemermão =(
Conselheira Deanna Troi, Dra Berverly Crusher, Tenente Geordi La Forge, Comandante Data Capitão Jean-Luc Picard, Imediato William Riker, Tenente Worf, Tenente Yar, Guinan, Alferes Wesley Crusher: vocês e os representantes de cada raça ficam em meu coração... OBRIGADA! Só tô na dúvida se os Cardassianos, Ferengis e os Borg ("resistir é inútil", o caramba! Ninguém vai me assimilar! Coletividade tem limite, meu amigo. Humpf!) também entram no meu sentimentalismo... Num sei. Pensando aqui... #relexãoprofunda
            PAZ E VIDA LONGA...
            VIDA LONGA E PRÓSPERA...
ACIONAR!

P.S.: AGRADECIMENTOS ESPECIALÍSSIMOS, SENHORAS E SENHORES, AO MEU NAMORADO RICK LISBOA, POR ME APRESENTAR ESSE MARAVILHOSO MUNDO NOVO! #doisprasubir TE AMO! <3 o:p="">

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Uma ideologia necessária e urgente


http://www.hypeness.com.br/2017/08/comunidade-urbana-autossuficiente-e-opcao-para-quem-quer-viver-fora-do-sistema/

                Meu sonho!https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/f6c/1/16/2764.pngQue essa ideia dê certo, se multiplique pelo mundo inteiro.https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/f80/1/16/1f64f.pngJá está mais do que na hora de TODXS (governo, empresas, população) repensarmos esse nosso sistema falido (há tempos!), que só faz destruir nosso planeta! Me indigno como conseguem pensar em somente lucro e poder, quando temos tantas crianças no mundo (e os filhos delas... Os nossos!) que permanecerão nesse planeta, necessitando dos nossos recursos naturais - que são tão maravilhosos -, mas, cada vez mais escassos, pobres, contaminados... E o pior é que já ouvi muitos dizerem: "Tô nem aí, não vou mais estar aqui mesmo!"https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/fd3/1/16/2639.pngInfelizmente, pelo andamento da carruagem, em nosso país, um projeto dessa magnitude, mas extremamente NECESSÁRIO, vai demorar muito a fazer sentido para empresas e governo (ainda que já tenhamos alguns bons exemplo e ações, mas muito poucos ainda)...
            Lembrando que, com pequenas atitudes (como o simples fato de separar nosso lixo), quando somadas ao restante, já fazem diferença! Eu também tenho muito que melhorar e modificar minhas atitudes, rotina, escolhas para contribuir com essas melhorias e avanços rumo a um mundo mais sustentável, justo e feliz... Sonho todos os dias, todos os minutos com um mundo mais justo, sustentável, onde todxs têm acesso a uma alimentação saudável, a água potável, a educação COM SENTIDO e com qualidade... Esquecemo-nos que muitas pessoas não têm coisas que, para nós, é algo "comum", como, por exemplo, abrir uma torneira e sair água! Abrir a geladeira e ter comida. Deitar em uma cama quentinha... Me parte o coração tanta injustiça, desigualdade, violência, corrupção, mentira, dor... Nosso planeta está tão carente de AMOR, de espiritualidade, compaixão, solidariedade. Carente do pensar mais no NÓS, ao invés do EU. De pensar e lutar pelo coletivo, em lugar do individual somente...
            Desejo que pensemos mais no TODO, que comecemos a investir mais em nosso interior (autoconhecimento), que cuidemos de nossas crianças, mostrando para elas que é bonito ser honesto, justo, solidário, amável, espiritualizado e ter RESPEITO... Elas realmente são o futuro de mundo, mas se continuarmos permitindo (e até contribuindo) que elas se desenvolvam em um mundo doente como está o nosso, o prognóstico só tende a piorar...
            Clichês necessários: JUNTXS SOMOS MAIS FORTES e A MUDANÇA COMEÇA POR NÓS! 
*Texto semi revisado e realmente "idealista".

** Inspirado na reportagem do link. 


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Não seja um hater nessa vida, seja luz, seja amor, seja FELIZ! ❤


            Muitas pessoas compartilharam essa foto nesses último dias. O conteúdo dela me fez, mais uma vez, refletir sobre o julgar e o criticar gratuitamente... Atitudes, estas, que estão tããão presentes em nós. Por que, afinal, costumamos fazer tanto isso? Inveja? Medo? Raiva? Ignorância? Com a facilidade das redes sociais parece que reações como essas tornaram-se muito mais evidentes. A necessidade de ofender o outro virou quase uma obsessão. E, de minha parte, acho bem triste ver tantas pessoas amargas, perdendo suas vidas alfinetando e ofendendo os outros ao invés de buscarem, em si mesmas, saídas para suas frustrações...
            Continuando nas redes sociais... Se tu postas uma foto és, criticada, se não postas, também. Se a artista X está vivendo sua vida maravilhosa pela Europa, com boas comidas é chamada de ridícula e mandam ela lavar uma louça. Oi? Ela não precisa, né mores! E isso não faz dela uma pessoa melhor ou pior do que ninguém... Aliás, quem não gostaria de NÃO precisar lavar louca? (rsrs). Nada de errado com lavar louça, mas a questão é muito mais profunda... Primeiro que se tu não gostas de artista x, conhecido y ou fulano z, porque raios tu segues a pessoa nas redes? Só pra fazer comentários maldosos? É sério isso? Tsc, tsc, táá perdendo tempo de mudar tua vida e ser feliz, coleguinha...
            Sem falarmos nas postagens/comentários preconceituosos que AINDA rolam por todos os cantos. Eu, de verdade, tenho muita dificuldade em lidar com isso... Serião!  Não consigo entender a lógica das pessoas que conseguem odiar uma pessoa, simplesmente, por ela ter uma opção sexual diferente, uma cor diferente ou qualquer outra coisa diferente do que ela é! Se eu julgo as atitudes dessas pessoas? Definitivamente, não! Sempre defendo minha "crença" de que cada pessoa está em um nível evolutivo. Sendo assim, muitas vezes o que é certo/errado para mim, não o é para o outro. E vice-versa.       Não posso exigir que uma pessoa aceite as mesmas coisas que eu. Cada um vive de acordo com a sua "verdade". E isso, muitas vezes, causa atitudes hostis para com o outro. No entanto, posso respeitá-la, não posso? Estamos constantemente sendo colocados à prova. Incentivar e ter respeito às diferenças e às escolhas dos outros começa dentro de casa. Lááá, quando somos bem pequenininhos e nossos pais/responsáveis já começam a nos dar o exemplo, quando nos ensinam a usarmos as palavrinhas mágicas, quando nos mostram o quanto é democrático e melhor quando dividirmos as tarefas de casa com nossxs irmã(os). Começa quando nos ajudam a aceitar que cada ser humano é único e que devemos entender que cada um têm uma história de vida, que deveria ser levada em consideração, quando nos dá vontade de julgar, depreciar, ofender. E por aí vai...
            Talvez aquele cara que se preocupe somente em ofender tudo e todos na Internet seja carente de amor, de fé, de amizades e família... Mas, se tu fores um deles e estiveres lendo esse meu despretensioso texto, peço, humildemente, que faças uma reflexão sobre tudo o que tu viveu até aqui... Aonde tu quer chegar? O que tu quer mudar em ti, em tua vida? Tudo isso dá uma trabalheeeeira, né? Então, quem sabe, ao invés de perder teu sagrado tempo (sagrado mesmo, sem ironias!) e esforço em emitir energias negativas e desnecessárias para pessoas que, muitas vezes, tu nem conheces, talvez seja melhor tu olhar pra ti e ir em luta do teu crescimento... Em todos os âmbitos da tua vida!
            Comece agradecendo todos os dias, ao acordar, por ter água potável para beber (não é louco isso?), uma cama, comida. Tem o Sol, tem a brisa. Têm os aprendizados que nos possibilitam crescer e amadurecer constantemente. Têm tanta coisa... Tente parar de dizer que odeia coisas e pessoas que nem conheces! Pare de seguir, nas redes sociais, quem afirmas não gostar (tá aí outra coisa que eu não entendo, dizer que não gosta porque não gosta, mas ok!). Ao invés disso, faça diferente, comece a só comentar coisas boas, vindas lá do mais puro e profundo do teu coração. E faça isso, não somente nas redes sociais, mas no teu dia a dia, com tua família, teus amigos... Expande tua rede de amor!
            Vamos olhar mais para o nosso umbigo, antes de querer mudar, criticar e ofender o outro. Vamos emitir muito mais amor, gente! O mundo tá, realmente, precisando...

            Eu já comecei as minhas mudanças... Vem comigo? ;)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Jornada Infinita...

Faz uns bons pares de anos que eu trilho (tento) o meu caminho dando uma atenção especial ao autoconhecimento. Nos últimos anos posso dizer que tive fases um pouco distantes umas das outras, no que tange o conhecer a mim mesma. Esse ano, porém, parece que essa coisa toda se (re) despertou em mim, mas de uma maneira muito mais equilibrada, atenta, madura... O conhecer a si mesmo é uma jornada infinita. E saber que temos o tempo da eternidade para nos descobrirmos, redescobrirmos, pensarmos e repensarmos sobre antigos conceitos e pré-conceitos sobre os inúmeros dogmas que nos são impostos desde quando somos pequeninhos, nos dá uma paz incrível. Não há pressa para esta busca, pois, afinal de contas, o tempo é o das estrelas.
Vivemos, por aí, julgando um e outro, não é mesmo? Dando pitaco na vida do fulano. Querendo aconselhar a melhor maneira de se viver para o cicrano, mas e nós mesmos? Esquecemos o quanto temos que aprender sobre a nossa própria essência e nossas atitudes, crenças e verdades, que o alvo vira o outro. E isto é um erro. Eu estou buscando, cada vez mais, olhar para o meu umbigo, ao invés de ficar me preocupando com o que o outro faz ou deixa de fazer. Sei que, muitas vezes, isso se torna difícil. Principalmente quando este outro se trata de alguém que amamos muito. O nosso julgar que um amigo ou familiar está tomando decisões errôneas, ou agindo de maneira contrária ao que acreditamos ser certo é, muitas vezes, torturante e triste também... Porém, a vida de cada um diz respeito a ele mesmo. Não podemos e não temos o direito de interferir no livre-arbítrio de ninguém. Seja quem for!
Quanto mais compreendermos e internalizamos que cada pessoa está em um momento evolutivo, menos teremos vontade de interferir na caminhada dela. Quero dizer com isso que, algumas vezes estamos em um nível evolutivo em que já passamos e aprendemos sobre algo que o nosso semelhante ainda não vivenciou e, por isso, ele ainda comete equívocos em relação a isso. E vice-versa também! Muitas vezes é difícil termos um entendimento sobre algo que não nos foi esclarecido ainda, ou que ainda não vivemos... E não tem problema. O importante é sabermos que Deus, o Universo, a energia mágica e cósmica, os extraterrestres, enfim (chamemos como nos for mais confortável ou familiar), em sua infinita sabedoria, compaixão e amor incondicional, nos oferece infinitas possibilidades e chances de – paulatinamente – tomarmos consciência de nosso propósito aqui. Consequentemente, vamos aprendendo, caindo e levantando - quantas vezes forem necessárias – para nos tornarmos seres cada vez mais evoluídos e felizes.
A jornada é contínua, muitas vezes árdua, mas tão enriquecedora! É tão boa essa paz que vamos obtendo ao longo do caminho... E aquela história de que devemos aproveitar o percurso é muito verdadeira, viu? A nossa maior missão aqui nesse planeta escola é a de sermos felizes! E devemos entender que isso deve ocorrer de dentro para fora e durante todo o trajeto, não somente em comparações com o outro, nem restrito aos finais de semana, feriados, ou ao nos aposentarmos... Que jamais nos esqueçamos disso!
Desejo um feliz caminho para todos nós! Lembrando que o momento de sermos felizes é sempre O AGORA, combinado? =D

Namastê e muito obrigada! _/\_

sábado, 21 de janeiro de 2017

Sobre escolhas...

Acho que quase sempre tive certa dificuldade em aceitar o que o senso comum defende: na vida temos que trabalhar muito e é o normal trabalharmos no que não gostamos, afinal, precisamos comer, pagar contas, comprar coisas e, no final de semana (só o domingo para a maioria das pessoas), caso não estejamos cansados ao extremo, poderemos descansar (ou não), nos divertir (ou não) e viver (ou não). A vida é assim... (Aff!) E quanto mais o tempo vai passando, menos consigo digerir esse tipo de pensamento... Como assim trabalhar a vida inteira em algo que não gostamos ou que suportamos? Como assim precisamos fazer faculdade, mestrado, doutorado e ter o sonho profissional de passar em um concurso público? Veja bem, não estou dizendo que isso não pode ser o sonho de alguém. Claro que pode! Apenas quero reafirmar o que tenho dito nos últimos anos: respeite as escolhas e sonhos dos outros. O que é sinônimo de felicidade para mim, não necessariamente será para o outro. Simples assim. E se meu sonho for trabalhar no comércio? E se o meu sonho é ter pós-doutorado no exterior e dar aula em uma universidade? E se o meu sonho é fazer artesanato e viver com o que ganho no dia? E se eu sonhar em ser mãe? E se nem passar pela minha cabeça a hipótese de gerar uma vida? Posso querer adotar somente, não posso? Também posso não querer. Posso querer ter somente 1 par de calçados e três mudas de roupas? Posso! Posso repetir a mesma roupa umas 3x por semana? Posso! Posso querer ter 20 pares de calçados e trocar as peças do meu guarda-roupa a cada nova estação ou coleção ditada pela moda? Posso! Posso largar tudo e viver viajando pelo mundo? Sendo voluntária, trabalhando no que der pra continuar minha viagem ou com meus pais me patrocinando? Posso! Posso querer viver de ser bonita, cultuando o corpo, seguindo o que a mídia dita (lembrando que todos somos influenciados pela mídia, em menor ou maior escala... Aceita!)? Posso! Posso querer ter uma banda, ser músico, produtor, ator, artista plástico, mesmo sabendo o quão difícil é ser reconhecido por isso e, mais ainda, viver da minha arte? Posso! E posso ser engenheiro, médico, terapeuta, manicure, etc, etc e etc? Posso! Desde que eu esteja sendo honesta comigo mesma (principalmente!) e esteja respeitando as pessoas ao meu redor, qual-o-pro-ble-ma??? Obviamente não sou tão radical assim, compreendo que pais se preocupam conosco, nosso futuro, e outras pessoas que nos amam e querem o nosso bem, também! Porém, saibamos reconhecer as habilidades e sonhos genuínos daqueles que amamos. Quem sabe se, ao invés de impor que nossos filhos escolham uma profissão por status, poder, dinheiro, nós não trabalhamos a nossa sensibilidade em olhar mais no fundo dos olhos deles para percebermos o que faz o coração dele pulsar e não escolhemos os apoiar?
Claro que, mesmo seguindo os nossos sonhos, sejam profissionais ou pessoais, nem sempre a jornada será fácil... No entanto, a vida de cada um tem que ser vivida pelo próprio sujeito... Não podemos andar com as pernas dos nossos pais, amigos, familiares, amores... E vice-versa! Enfim, nem era minha intenção me alongar tanto, mas só dizer que tentemos julgar menos os outros e até a nós mesmos. E tudo isso que eu escrevo serve para mim também, pois não é fácil não julgar, não dar palpite na vida dos outros levando em consideração a nossa própria vida, não é mesmo?

Finalizo fazendo um "pedido" seguido de uma pergunta que já fiz em outros textos meus e que, regularmente, faço a mim mesma: Respeite TUAS próprias escolhas...Elas realmente têm sido tuas?

P.S.: confesso que estou tentando descobrir quais são as minhas. Ainda que, com um canudo na mão e dois empregos, estou longe de estar vivendo como quero... Isso não apaga a gratidão por ter o que tenho e, todos os dias, estar aprendendo. Porém, permaneço com minhas buscas...

Mitcheia Guma.      

(Re)começando a (re)aprender a escrever!

Recomeço, hoje, minhas escritas... Há tempos que não ouso rabiscar uma linha sequer como fazia antes... Sempre fui assim: tinha épocas em que escrevia enlouquecidamente! Depois, era como se tivesse "brancos criativos" e nada saía dessa cabecinha meio maluquinha (risos). A verdade é que sempre quis ir além... Tenho o sonho meio doido de escrever um livro, mas ainda não tenho maturidade para isso. Isto é, não estou devidamente lapidada para ser uma escritora com "E" maiúsculo, por assim dizer... Por enquanto, me arriscarei a escrever algumas linhas meio tortas desejando tocar corações e, quem sabe, ajudar a mim -e a quem se encorajar em me ler- a refletir, sonhar, criticar, duvidar e, juntos, nos (re)descobrirmos... Pensemos nisso como um laboratório de escrita, ok? Estou enferrujada, então sejam compreensivos... 😜 Aceito críticas e sugestões! 😉
Vamos comigo?

Bem-vindos ao meu mundo! 💜