quinta-feira, 6 de julho de 2017

Não seja um hater nessa vida, seja luz, seja amor, seja FELIZ! ❤


            Muitas pessoas compartilharam essa foto nesses último dias. O conteúdo dela me fez, mais uma vez, refletir sobre o julgar e o criticar gratuitamente... Atitudes, estas, que estão tããão presentes em nós. Por que, afinal, costumamos fazer tanto isso? Inveja? Medo? Raiva? Ignorância? Com a facilidade das redes sociais parece que reações como essas tornaram-se muito mais evidentes. A necessidade de ofender o outro virou quase uma obsessão. E, de minha parte, acho bem triste ver tantas pessoas amargas, perdendo suas vidas alfinetando e ofendendo os outros ao invés de buscarem, em si mesmas, saídas para suas frustrações...
            Continuando nas redes sociais... Se tu postas uma foto és, criticada, se não postas, também. Se a artista X está vivendo sua vida maravilhosa pela Europa, com boas comidas é chamada de ridícula e mandam ela lavar uma louça. Oi? Ela não precisa, né mores! E isso não faz dela uma pessoa melhor ou pior do que ninguém... Aliás, quem não gostaria de NÃO precisar lavar louca? (rsrs). Nada de errado com lavar louça, mas a questão é muito mais profunda... Primeiro que se tu não gostas de artista x, conhecido y ou fulano z, porque raios tu segues a pessoa nas redes? Só pra fazer comentários maldosos? É sério isso? Tsc, tsc, táá perdendo tempo de mudar tua vida e ser feliz, coleguinha...
            Sem falarmos nas postagens/comentários preconceituosos que AINDA rolam por todos os cantos. Eu, de verdade, tenho muita dificuldade em lidar com isso... Serião!  Não consigo entender a lógica das pessoas que conseguem odiar uma pessoa, simplesmente, por ela ter uma opção sexual diferente, uma cor diferente ou qualquer outra coisa diferente do que ela é! Se eu julgo as atitudes dessas pessoas? Definitivamente, não! Sempre defendo minha "crença" de que cada pessoa está em um nível evolutivo. Sendo assim, muitas vezes o que é certo/errado para mim, não o é para o outro. E vice-versa.       Não posso exigir que uma pessoa aceite as mesmas coisas que eu. Cada um vive de acordo com a sua "verdade". E isso, muitas vezes, causa atitudes hostis para com o outro. No entanto, posso respeitá-la, não posso? Estamos constantemente sendo colocados à prova. Incentivar e ter respeito às diferenças e às escolhas dos outros começa dentro de casa. Lááá, quando somos bem pequenininhos e nossos pais/responsáveis já começam a nos dar o exemplo, quando nos ensinam a usarmos as palavrinhas mágicas, quando nos mostram o quanto é democrático e melhor quando dividirmos as tarefas de casa com nossxs irmã(os). Começa quando nos ajudam a aceitar que cada ser humano é único e que devemos entender que cada um têm uma história de vida, que deveria ser levada em consideração, quando nos dá vontade de julgar, depreciar, ofender. E por aí vai...
            Talvez aquele cara que se preocupe somente em ofender tudo e todos na Internet seja carente de amor, de fé, de amizades e família... Mas, se tu fores um deles e estiveres lendo esse meu despretensioso texto, peço, humildemente, que faças uma reflexão sobre tudo o que tu viveu até aqui... Aonde tu quer chegar? O que tu quer mudar em ti, em tua vida? Tudo isso dá uma trabalheeeeira, né? Então, quem sabe, ao invés de perder teu sagrado tempo (sagrado mesmo, sem ironias!) e esforço em emitir energias negativas e desnecessárias para pessoas que, muitas vezes, tu nem conheces, talvez seja melhor tu olhar pra ti e ir em luta do teu crescimento... Em todos os âmbitos da tua vida!
            Comece agradecendo todos os dias, ao acordar, por ter água potável para beber (não é louco isso?), uma cama, comida. Tem o Sol, tem a brisa. Têm os aprendizados que nos possibilitam crescer e amadurecer constantemente. Têm tanta coisa... Tente parar de dizer que odeia coisas e pessoas que nem conheces! Pare de seguir, nas redes sociais, quem afirmas não gostar (tá aí outra coisa que eu não entendo, dizer que não gosta porque não gosta, mas ok!). Ao invés disso, faça diferente, comece a só comentar coisas boas, vindas lá do mais puro e profundo do teu coração. E faça isso, não somente nas redes sociais, mas no teu dia a dia, com tua família, teus amigos... Expande tua rede de amor!
            Vamos olhar mais para o nosso umbigo, antes de querer mudar, criticar e ofender o outro. Vamos emitir muito mais amor, gente! O mundo tá, realmente, precisando...

            Eu já comecei as minhas mudanças... Vem comigo? ;)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Jornada Infinita...

Faz uns bons pares de anos que eu trilho (tento) o meu caminho dando uma atenção especial ao autoconhecimento. Nos últimos anos posso dizer que tive fases um pouco distantes umas das outras, no que tange o conhecer a mim mesma. Esse ano, porém, parece que essa coisa toda se (re) despertou em mim, mas de uma maneira muito mais equilibrada, atenta, madura... O conhecer a si mesmo é uma jornada infinita. E saber que temos o tempo da eternidade para nos descobrirmos, redescobrirmos, pensarmos e repensarmos sobre antigos conceitos e pré-conceitos sobre os inúmeros dogmas que nos são impostos desde quando somos pequeninhos, nos dá uma paz incrível. Não há pressa para esta busca, pois, afinal de contas, o tempo é o das estrelas.
Vivemos, por aí, julgando um e outro, não é mesmo? Dando pitaco na vida do fulano. Querendo aconselhar a melhor maneira de se viver para o cicrano, mas e nós mesmos? Esquecemos o quanto temos que aprender sobre a nossa própria essência e nossas atitudes, crenças e verdades, que o alvo vira o outro. E isto é um erro. Eu estou buscando, cada vez mais, olhar para o meu umbigo, ao invés de ficar me preocupando com o que o outro faz ou deixa de fazer. Sei que, muitas vezes, isso se torna difícil. Principalmente quando este outro se trata de alguém que amamos muito. O nosso julgar que um amigo ou familiar está tomando decisões errôneas, ou agindo de maneira contrária ao que acreditamos ser certo é, muitas vezes, torturante e triste também... Porém, a vida de cada um diz respeito a ele mesmo. Não podemos e não temos o direito de interferir no livre-arbítrio de ninguém. Seja quem for!
Quanto mais compreendermos e internalizamos que cada pessoa está em um momento evolutivo, menos teremos vontade de interferir na caminhada dela. Quero dizer com isso que, algumas vezes estamos em um nível evolutivo em que já passamos e aprendemos sobre algo que o nosso semelhante ainda não vivenciou e, por isso, ele ainda comete equívocos em relação a isso. E vice-versa também! Muitas vezes é difícil termos um entendimento sobre algo que não nos foi esclarecido ainda, ou que ainda não vivemos... E não tem problema. O importante é sabermos que Deus, o Universo, a energia mágica e cósmica, os extraterrestres, enfim (chamemos como nos for mais confortável ou familiar), em sua infinita sabedoria, compaixão e amor incondicional, nos oferece infinitas possibilidades e chances de – paulatinamente – tomarmos consciência de nosso propósito aqui. Consequentemente, vamos aprendendo, caindo e levantando - quantas vezes forem necessárias – para nos tornarmos seres cada vez mais evoluídos e felizes.
A jornada é contínua, muitas vezes árdua, mas tão enriquecedora! É tão boa essa paz que vamos obtendo ao longo do caminho... E aquela história de que devemos aproveitar o percurso é muito verdadeira, viu? A nossa maior missão aqui nesse planeta escola é a de sermos felizes! E devemos entender que isso deve ocorrer de dentro para fora e durante todo o trajeto, não somente em comparações com o outro, nem restrito aos finais de semana, feriados, ou ao nos aposentarmos... Que jamais nos esqueçamos disso!
Desejo um feliz caminho para todos nós! Lembrando que o momento de sermos felizes é sempre O AGORA, combinado? =D

Namastê e muito obrigada! _/\_

sábado, 21 de janeiro de 2017

Sobre escolhas...

Acho que quase sempre tive certa dificuldade em aceitar o que o senso comum defende: na vida temos que trabalhar muito e é o normal trabalharmos no que não gostamos, afinal, precisamos comer, pagar contas, comprar coisas e, no final de semana (só o domingo para a maioria das pessoas), caso não estejamos cansados ao extremo, poderemos descansar (ou não), nos divertir (ou não) e viver (ou não). A vida é assim... (Aff!) E quanto mais o tempo vai passando, menos consigo digerir esse tipo de pensamento... Como assim trabalhar a vida inteira em algo que não gostamos ou que suportamos? Como assim precisamos fazer faculdade, mestrado, doutorado e ter o sonho profissional de passar em um concurso público? Veja bem, não estou dizendo que isso não pode ser o sonho de alguém. Claro que pode! Apenas quero reafirmar o que tenho dito nos últimos anos: respeite as escolhas e sonhos dos outros. O que é sinônimo de felicidade para mim, não necessariamente será para o outro. Simples assim. E se meu sonho for trabalhar no comércio? E se o meu sonho é ter pós-doutorado no exterior e dar aula em uma universidade? E se o meu sonho é fazer artesanato e viver com o que ganho no dia? E se eu sonhar em ser mãe? E se nem passar pela minha cabeça a hipótese de gerar uma vida? Posso querer adotar somente, não posso? Também posso não querer. Posso querer ter somente 1 par de calçados e três mudas de roupas? Posso! Posso repetir a mesma roupa umas 3x por semana? Posso! Posso querer ter 20 pares de calçados e trocar as peças do meu guarda-roupa a cada nova estação ou coleção ditada pela moda? Posso! Posso largar tudo e viver viajando pelo mundo? Sendo voluntária, trabalhando no que der pra continuar minha viagem ou com meus pais me patrocinando? Posso! Posso querer viver de ser bonita, cultuando o corpo, seguindo o que a mídia dita (lembrando que todos somos influenciados pela mídia, em menor ou maior escala... Aceita!)? Posso! Posso querer ter uma banda, ser músico, produtor, ator, artista plástico, mesmo sabendo o quão difícil é ser reconhecido por isso e, mais ainda, viver da minha arte? Posso! E posso ser engenheiro, médico, terapeuta, manicure, etc, etc e etc? Posso! Desde que eu esteja sendo honesta comigo mesma (principalmente!) e esteja respeitando as pessoas ao meu redor, qual-o-pro-ble-ma??? Obviamente não sou tão radical assim, compreendo que pais se preocupam conosco, nosso futuro, e outras pessoas que nos amam e querem o nosso bem, também! Porém, saibamos reconhecer as habilidades e sonhos genuínos daqueles que amamos. Quem sabe se, ao invés de impor que nossos filhos escolham uma profissão por status, poder, dinheiro, nós não trabalhamos a nossa sensibilidade em olhar mais no fundo dos olhos deles para percebermos o que faz o coração dele pulsar e não escolhemos os apoiar?
Claro que, mesmo seguindo os nossos sonhos, sejam profissionais ou pessoais, nem sempre a jornada será fácil... No entanto, a vida de cada um tem que ser vivida pelo próprio sujeito... Não podemos andar com as pernas dos nossos pais, amigos, familiares, amores... E vice-versa! Enfim, nem era minha intenção me alongar tanto, mas só dizer que tentemos julgar menos os outros e até a nós mesmos. E tudo isso que eu escrevo serve para mim também, pois não é fácil não julgar, não dar palpite na vida dos outros levando em consideração a nossa própria vida, não é mesmo?

Finalizo fazendo um "pedido" seguido de uma pergunta que já fiz em outros textos meus e que, regularmente, faço a mim mesma: Respeite TUAS próprias escolhas...Elas realmente têm sido tuas?

P.S.: confesso que estou tentando descobrir quais são as minhas. Ainda que, com um canudo na mão e dois empregos, estou longe de estar vivendo como quero... Isso não apaga a gratidão por ter o que tenho e, todos os dias, estar aprendendo. Porém, permaneço com minhas buscas...

Mitcheia Guma.